Dificultad técnica   Moderado

Tiempo  5 horas 48 minutos

Coordenadas 1099

Fecha de subida 7 de marzo de 2016

Fecha de realización marzo 2016

-
-
432 m
124 m
0
3,0
5,9
11,84 km

Vista 675 veces, descargada 39 veces

cerca de Foz do Cobrão, Castelo Branco (Portugal)

Este percurso tem início no largo da Igreja da aldeia de xisto de Foz do Cobrão (Vila Velha de Ródão).

O trilho está bem sinalizado e é percorrido em caminhos de pé posto, estradões e algum asfalto.

Predominam as paisagens soberbas, de cortar a respiração, tendo também como pontos de interesse as Portas do Vale Almourão (ou Mourão), os desfiladeiros talhados pelo rio Ocreza, os Moinhos de Água e, mais uma vez, as paisagens onde se destaca a Serra das Talhadas, que iremos percorrer no dia seguinte.

As estevas começam agora a abrir os seus botões e as urzes já estão a começar a pintar os montes de rosa, o que indicia que em breve a beleza natural deste percurso será ainda mais interessante.

O quartzito é a rocha dominante nesta região que o rio Ocreza se incumbiu de “trabalhar”, abrindo passagem entre estes agromerados de rochas com destaque para o bom trabalho feito no vale do Almourão, sendo este local o ponto alto deste PR3, que rivaliza com a paisagem que se avista do alto da serra quando a subimos no sentido do Vale do Cobrão para o Chão das Servas.

Esta zona é também um local de nidificação de aves de rapina, como por exemplo o grifo, que não tivemos a sorte de avistar neste percurso, tendo-nos ficado reservado este avistamento para o dia seguinte no PR6- Ossos da Terra, mas ainda assim conseguimos ver algumas cegonhas negras banhando-se no rio Ocreza.

Recomendações:
- Estas zonas xistosas e os vales costumam ser muito abafadas e potenciam a sensação de calor, pelo que se devem evitar os dias em que se prevejam temperaturas elevadas;
- O percurso tem algumas passagens que obrigam a vencer alguns desníveis, pelo que se devem redobrar os cuidados com chuva ou piso molhado;
- Recomenda-se fazer o trilho no sentido anti-horário;
- Nesta altura do ano, encontramos muitas (bastantes mesmo) “Processionárias” ou como são mais conhecidas “Lagartas do Pinheiro”, que podem provocar graves problemas de saúde, não só aos caminheiros incautos como aos seus animais de companhia.

Informação útil em: http://naturtejo.com/ficheiros/conteudos/pdf/geoturismo/2.34.pdf

Comentarios

    Si quieres, puedes o esta ruta