Dificultad técnica   Moderado

Tiempo  6 horas 12 minutos

Coordenadas 2033

Fecha de subida 13 de junio de 2014

Fecha de realización junio 2014

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362 m
258 m
0
4,6
9,1
18,24 km

Vista 1744 veces, descargada 40 veces

cerca de Carvalhos, Castelo Branco (Portugal)

DESCRIÇÃO, FOTOGRAFIAS/VÍDEO, DESTE E DE OUTROS PERCURSOS EM: www.100atalhos.com
http://www.facebook.com/100atalhos
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[PERCURSO PARCIALMENTE SINALIZADO]

NOTA: O percurso encontra-se actualmente em manutenção! (08-06-2014)
Ao questionarmos o Posto de Turismo de Idanha-a-Velha sobre a má sinalização deste percurso, fomos informados que o mesmo se encontrava em manutenção.
Caso pretenda percorrer este percurso, aconselhamos um contacto prévio para o Posto de Turismo, para se inteirar do estado actual do mesmo.
Devido a esse facto, o percurso aqui apresentado não corresponde ao traçado oficial do mesmo.

Descrição do Percurso:
“Este percurso pedestre inicia-se no parque de campismo de Idanha seguindo para norte ao longo de uma vedação que delimita a barragem.
Depois de atravessar a ribeira das Fragas por um passadiço de madeira, atravessa de seguida um muro por um outro passadiço, este em escadote e, subindo entre azinheiras, atinge um ponto alto onde existem umas ruínas.
Inicia-se suave descida em direcção à margem da barragem. Antes de ali chegar, junto a um poço com uma velha nora, toma-se o caminho da direita que conduz directamente até Idanha -a-Velha, por entre cercas onde pastam pachorrentas manadas de bovinos. Termina junto da escola primária. O regresso faz-se pelo mesmo caminho pelo que, para a ida e volta, temos que contar com 17 km.
Este PR pode servir como variante ao GR12-E7 “Rota de Idanha”.
Idanha-a-Velha, pequena aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, de casario granítico e ambiente pitoresco pelo notável conjunto de ruínas que conserva, ocupa um lugar de realce no contexto das estações arqueológicas do País. Ergue-se num espaço onde outrora existiu uma cidade de fundação romana (séc. I a. C.), chamada Civitas Igaeditanorum tendo sido, mais tarde, município romano. Uma inscrição datada do ano 16 A C. onde consta que Quintus Lallius, cidadão de Emerita Agusta (Mérida) deu de boa vontade um relógio de sol aos Igeditanos, testemunha a existência do núcleo urbano nesse momento cronológico. Em 105 a povoação aparece referida numa inscrição da monumental ponte de Alcântara - importante obra de engenharia romana - como um dos municípios que contribuíram para a sua construção. Diversos vestígios evidenciam, ainda hoje, essa permanência civilizacional: a ponte, de quatro vãos, de origem romana, sobre o rio Ponsul; o podium de um templo dedicado à Deusa Vénus (?) no qual assenta a Torre dos Templários; os arcos das portas Norte e Sul e respectiva muralha; um conjunto excepcional de lápides funerárias e variado espólio disperso, especialmente de cerâmica.
Mais tarde D. Afonso Henriques entregou-a aos Templários. Em 1229 D. Sancho II deu-lhe foral. D. Dinis inclui-a na Ordem de Cristo - 1319; seguindo-se outras tentativas de repovoamento. D. Manuel I, em 1510 institui-lhe novo foral de que o pelourinho ainda é testemunho.
Em 1762 figurava como vila na comarca de Castelo Branco; em 1881 ficava anexa a Idanha-a Nova; em 1821 tornava-se sede de um pequeno concelho, extinto em 1836. Intencionalmente, e ao longo dos séculos, pretendeu-se reorganizar todo o espaço urbano, revitalizando-o no domínio social, económico, político e cultural. Porém o seu percurso histórico, de desertificação, estava traçado. Mantendo um recorte arquitectónico característico das aldeias da Beira Baixa. O fenómeno da emigração tem marcado profundamente o quadro populacional do aglomerado. A actividade agrícola e pecuária, de sobrevivência, preenche a principal ocupação destas gentes beirãs.”

Fonte: www.cm-idanhanova.pt


Contactos Úteis :

C.M. Idanha-a-Nova: 277200570

Posto de Turismo: 277201023

GNR: 277202129

Bombeiros: 277202456

Parque de Campismo: 277202793

Posto de Turismo (Idanha-a-Velha): 277914280

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